– Sentem o mesmo que eu? – perguntou Kremit, olhando para os dois companheiros.
Estes acenaram que sim, sem falar. Havia muito tempo que não recebiam a visita de outras pessoas. A necessidade de consolidar conhecimentos na total clandestinidade levara-os até ali, onde permaneciam escondidos havia mais de vinte anos. A última pessoa a conhecê-los e visitá-los já morrera, deixando-os sozinhos nas grutas.
– O que fazemos? Será mesmo ela?
Kremit precisava que os outros lhe dissessem se o que estava a sentir era real ou imaginado, embora isso fosse estranho, dado que ele era de todos o mais forte no uso da Energia.
Recebeu as respostas na sua mente, como de costume. Quem vinha era a tal mulher, e descobrira o trilho sozinha. Conhecia as lendas, embora não acreditasse nelas. Estava ali com um propósito, o propósito que fazia das suas vidas uma missão. Chegara o momento pelo qual ansiavam, o momento em que poderiam finalmente passar o testemunho. Mas ela não fazia ideia de nada disto.
Quando Siri entrou na câmara onde se encontravam os três homens, ficou surpreendida por estes não se mostrarem admirados nem assustados.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Um tigre...
– O que foi, Siridgum?
– O boneco – pediu o miúdo, estendendo a mão.
– Como é que sabes que tenho um boneco para ti?! – brincou Siri.
Siridgum encolheu os ombros. A mão permanecia estendida. Recebeu o pedaço de madeira e perguntou:
– O que é isto, avó?
– Um tigre.
Salem sorriu e quis saber onde o comprara. Siri ficou sem saber o que responder. Por fim, não querendo mentir, esclareceu:
– Deram-mo, vê lá tu... Um homem velho que achou que eu estava triste de mais...
– Kremit – sussurrou Siridgum, inspeccionando o boneco.
– Diz...?
Siridgum não respondeu a Siri. Encolheu de novo os ombros e pediu que o pusesse no chão. Queria ir brincar.
– O boneco – pediu o miúdo, estendendo a mão.
– Como é que sabes que tenho um boneco para ti?! – brincou Siri.
Siridgum encolheu os ombros. A mão permanecia estendida. Recebeu o pedaço de madeira e perguntou:
– O que é isto, avó?
– Um tigre.
Salem sorriu e quis saber onde o comprara. Siri ficou sem saber o que responder. Por fim, não querendo mentir, esclareceu:
– Deram-mo, vê lá tu... Um homem velho que achou que eu estava triste de mais...
– Kremit – sussurrou Siridgum, inspeccionando o boneco.
– Diz...?
Siridgum não respondeu a Siri. Encolheu de novo os ombros e pediu que o pusesse no chão. Queria ir brincar.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
O Reino de Petzet...
Este vai ser o blogue desta saga.
Depois de, O Aprendiz de Guerreiro e os que se lhe seguiram, terem sido recebidos de uma forma muito especial pelos leitores, surgiu a vontade de continuar... ou de contar o início de tudo!
Fiquem atentos. Este blogue é vosso.
Aqui vão aparecer notícias, excertos, comentários, tudo o que quiserem sobre o Guevin, a Siri, o Tigre...
Depois de, O Aprendiz de Guerreiro e os que se lhe seguiram, terem sido recebidos de uma forma muito especial pelos leitores, surgiu a vontade de continuar... ou de contar o início de tudo!
Fiquem atentos. Este blogue é vosso.
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